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| O serviço poderá ficar parado por até 90 dias |
Segundo o Estado, o tratamento terá continuidade no Centro de Prevenção e Tratamento de Câncer, com despesas de transporte e hospedagem custeadas.
Segundo o secretário de Estado de Saúde, Samuel Bonilha, "é obrigação do Estado garantir um atendimento adequado para os pacientes até que seja solucionado o problema do equipamento".
A interdição da máquina aconteceu após uma denúncia. A Vigilância Sanitária pediu Agência Nacional de Vigilância Sanitária uma revisão do documento que autoriza o funcionamento da máquina.(G1/TO)

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